Quem sou eu

O pontinho púrpura que brilha atras da escada. A rainha louca do reino cítrico de tangerina. rs

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Noite

A noite acaba e não vamos chorar pelo fim
noite é apenas noite. Simples assim!
Toco o silêncio noturno e sinto o peso das notas que o vento canta
estou só!
Ando só, escutando a escuridão que se vai...
do infinito, o abafado som do dia...
e o sol, astro imponente, impaciente, agride a macia noite com seus largos braços ardentes.
A noite acaba, não vamos chorar pelo fim
noite é apenas noite. Simples assim!
E relutante, insiste a noite, resiste...desiste, e se desfaz.

*Walkiria e Poeta do cosmos

Freud Flintstone (Engenheiros do Hawaii)

 

Composição: Humberto Gessinger
Querem sangue...querem lama
Querem à força o beijo na lona (e querem ao vivo)
Querem a lágrima doída do ídolo
Caindo em câmera lenta
Querem lutar pelo que amam
Conquistar e destruir o que amavam tanto
Faça uma prece pra freud flintstone
Acenda uma vela pra freud flintstone
Sacrifique o bom-senso no seu altar
(na areia da arena sai de cena por decreto a flor do deserto)
Gran finale: última cena:
No ar pelas antenas a morte do toureiro
Faça uma prece pra freud flintstone
Acenda uma vela pra freud flintstone
Sacrifique o bom-senso no seu altar
Esqueça a prece pra freud flintstone
Acenda a fogueira pra freud flintstone
Vamos queimá-lo vivo, enterrá-lo vivo
O preço é uma prece...pague pra ver
Compre o ingresso...adeus pink freud flintstone
Fama fogo fúria fé fã-clube freud flintstone
Que o satélite lhe seja leve

Judas Priest - Hell Patrol (live Bucharest 2008)

Cordeiro de deus

Vazia existência, lentamente, tomando rumo nenhum
Vagando entre caminhos estreitos
Em direção ao incerto salão da dúvida
E segue...na sua vistosa condição
Inerte! O pecador indulgente, o homem de fé
Um cordeiro de deus, um aborto
Eleva os braços grato pelo profundo abismo que se tornou
E segue...cego, surdo, mudo e agradecido
Simplório, contempla o céu e procura por deus
Tolo não vê que ele está na TV
O governador supremo está em toda parte
Na graça, desgraça
No gatilho da arma, em ponta de faca
No dinheiro, na esquina, na igreja, na lama e na água!
Na pútrida água servida aos devotos de nosso senhor
Que mata a sede da calúnia
Água fria que farta e infarta o rebanho de decadentes